segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Paulo hartung Envolvido com Empresas que Fazem o CRIME: superfaturação

A Verdi Construções, que é suspeita de executar obras superfaturadas, já ergueu 12 unidades prisionais no ES; o ex-governador Hartung incentivou os contratos sem licitação


 O relatório conclusivo da Operação Pixote, entregue ao Ministério Público Estadual na última quinta-feira (6) pela força-tarefa que investiga o esquema de corrupção montado no Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases), confirmou que, além da participação da ex-diretora-presidente da autarquia, Silvana Gallina, no esquema, o secretário de Justiça Ângelo Roncalli também tinha pleno conhecimento dos contratos fraudulentos firmados entre o Iases e Associação Capixaba de Desenvolvimento e Inclusão Social (Acadis), comandada pelo colombiano Gerardo Mondragón que, assim como Gallina, continua preso. 
Não bastasse o escândalo no Iases, que a partir do relatório da Polícia Civil envolve o secretário definitivamente no esquema de corrupção, Roncalli também terá que dar explicações sobre os indícios de irregularidades nos contratos firmados entre a Secretaria de Justiça (Sejus) e a Verdi Construções, que fez 12 unidades prisionais no Espírito Santo, todas sem licitação. Outro que deveria começar a se explicar é o ex-governador Paulo Hartung. Mentor do plano de construir "presídios instântaneos" sem licitação, foi ele quem deu autorização para Roncalli pôr em pratica o projeto de construção das unidades. Mesmo porque, o secretário não teria autonomia de tocar, sem o aval do então governador, um projeto que consumiu perto de um bilhão de reais.

As autoridades capixabas também deveriam investigar os contratos entre a Sejus e as empresas terceirizadas que fazem a administração de unidades prisionais no Estado. A terceirização do sistema prisional articulada por Roncalli na Sejus foi entregue a coronéis reformados que prestam consultoria às empresas que administram cinco penitenciárias e dois Centros de Detenção Provisória (CDPs). Todos os coronéis, não por coincidência, ocuparam altos cargos nas secretarias de Justiça e Segurança, de subsecretário a secretário, antes de receberem, como uma espécie de recompensa, o controle das unidades. 
FONTE: JORNAL SECULO DIARIO
               /http://seculodiario.com/
 
Já passa da hora também das autoridades investigarem os contratos firmados entre a Sejus-Iases e as empresas de fornecimento de alimentação (as famosas marmitex) para as unidades adultos e adolescentes do sistema de privação de liberdade.

Um comentário:

  1. Muito boa sua matéria parabéns wendell que voce continua assim junto com jo jornal vez do povão!
    parabéns ao beto albuquerque

    ResponderExcluir